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Essa vai pro fundo: Profundo do Aquário.




Peixe de estimação do meu vizinho, presidente Gabriel. Ele vai à praia e deixa esse ser-aquático-do-qual-desconheço-o-nome aqui em casa. Aliás, alguém sabe que peixe é esse?
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Uma tonelada nas ancas



Cenário no chão. Fim de espetáculo. Fotos de objetos, movimentos. Eis que surge, em rápida aparição, o artista. Luna apreendia os objetos, enquanto o homem do Palco passava. Não tarde demais, a dona dos olhos percebeu que o protagonista voltara ao palco, para logo ir embora. Havia obstáculos facilmente transponíveis com nenhuma intenção de dar licença. Mas, apenas movimentos oculares sem vulto ou agilidade tomavam conta. Luna só conseguiu o momento do quase fim, no qual o ator voltava à coxia. Pois é, as ancas pesaram e a dona dos olhos não conseguiu sair do lugar. Se ao menos fosse físico o problema, poderia até dizer que o quadril avantajado atrapalhou. Mas, a preguiça que ela tenta espantar agora, tomou conta. E é por isso, por castigo, que essa foto de Lúcio Mauro, após a peça Lúcio 80-30, está aqui: cumpre o papel de lembrar as fraquezas ao fotografar. É hora de combater alguns monstrinhos e agir.

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Das cores primárias: o vermelho

Una o sol das 11 horas ao céu e diafragma da câmera bem abertos e registre o efeito. “Clique”: as cores se simplificam. O marrom do óculos é tomado em seu reflexo vermelho. Parece-me (não quero ousar ser categórica) que a tendência da superexposição é realçar as cores primárias, em detrimento da variedade de nuances. Tal afirmação incerta é o que percebo na foto que pertence ao ensaio feito para a reportagem sobre Twitter na primeira edição do Pª Pauta (Primeira.Pauta) em 2009, na qual Karoline Meier personifica o texto de Fabiane Ribeiro.